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Interesse geral

Qual o horário de atendimento da imobiliária?
Atendemos no horário comercial praticado na praia dos Ingleses:

- Temporada: das 8 às 18 hs de 2ª à 6ª aos sábados das 8 às 13h, domingos e feriados Plantão Tel. 55 048 9982.9322
- Baixa estação: das 9 às 18 hs de 2ª à 6ª, sábados das 8 às 13h, domingos e feriados Plantão Tel. 55 048 9982.9322.

Vocês têm imóveis em outras praias além dos Ingleses?
Sim, temos imóveis em outras praias do norte da ilha. Nos especializamos, porém, nas praias do Santinho e dos Ingleses.



Locação anual

Que documentos precisarei apresentar se quiser realizar uma locação anual?
Fotocópia dos documentos (casal):
- RG e CPF;
- Comprovante do Estado Civil;
- Comprovante de renda 03 (TRÊS) últimos Contra-Cheques;
- Carteira de Trabalho (Páginas Qual. Civil, CTR. Trabalho, alt. salarial);
- Comprovante de residência;
- Referência pessoal.

E documentos do fiador?
Fotocópia dos documentos FIADORES (casal):
- RG e CPF;
- Comprovante do Estado Civil;
- Comprovante de renda 03 (TRÊS) últimos Contra-Cheques;
- Carteira de Trabalho (Páginas Qual. Civil, CTR. Trabalho, alt. salarial);
- Registro do imóvel e escritura quitada;
- Comprovante de residência.



Venda

Quais são os cuidados para comprar um imóvel usado?
O diretor presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo – IBEDEC - Dr. José Geraldo Tardin, alerta que a compra da casa própria é o sonho de muitos. Mas, para que este sonho não vire pesadelo é necessário muita pesquisa, cautela e atenção;

• saiba quando ocorreu a construção do imóvel, se já passou por reformas:
• faça uma visita a noite no imóvel e certifique-se que a localização é tranqüila e sem barulho:
• certifique- se de que o corretor esta registrado no CRECI:
• faça o trajeto do imóvel ao seu local de trabalho para avaliar o transito em horário de pico:
• verifique a infra-estrutura do bairro, comércio e serviços, escolas, correios, etc :
• observe e converse com os moradores para saber o estado real do prédio:
• avalie as condições da unidade ventilação, rachaduras, conservação e etc:
• informe-se sobre o valor do condomínio:
• solicite do vendedor o seguintes certidões:
certidão negativa de ações cíveis, fiscais e criminais junto à Justiça Comum e Justiça Federal, certidão negativa de ações trabalhista junto a Justiça do Trabalho, certidão vintenária do imóvel, obtida no cartório onde ele esta registrado, certidão negativa de débito junto ao Estado e Município, certidão de débitos condominiais, certidão de casamento caso o vendedor for casado, certidão de nascimento atualizada, para verificar se a pessoa tem capacidade jurídica para o negocio, certidão negativa de débito junto ao INSS e Receita Federal , certidão de protesto do vendedor, obtida junto ao cartório de protesto ou no fórum, certidão enfitêutica, para saber se incide sobre o imóvel pagamento de foro e laudêmio:
• outras certidões poderão ser requeridas pelo advogado conforme a peculiaridades de cada negocio. Lembre-se que tais certidões podem atrasar um negocio, mas evitar um prejuízo que pode lhe custar uma vida de trabalho e sacrifício.
ATENÇÃO REDOBRADA
Nunca deixe de efetuar o registro de imóveis . É SIMPLES DE FAZER é a única segurança que você possui sobre seu imóvel. SÓ É DONO QUEM REGISTRA.
Fonte: IBEDEC - Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo - www.ibedec.org.br

Como acertar na hora de comprar uma casa própria?
Somente quem está em busca da casa própria sabe a dificuldade que é encontrar o imóvel ideal. Além de gastar muito tempo juntando dinheiro ou procurando o financiamento adequado nos bancos, o comprador deve, antes de mais nada, estabelecer critérios para a escolha e precisa estar atento a vários detalhes antes de fechar qualquer negócio.
É fundamental avaliar as reais necessidades e a expectativa em relação ao imóvel, ou seja, deve-se pesar exatamente o que se espera dele para que satisfaça, dentro do máximo possível, o comprador.
Segundo a gerente de locação e vendas da Lello Intermediadora de Negócios, Roseli Hernandes, não adianta ter pressa para assinar o contrato, pois o risco de fazer um mau negócio é grande. "As pessoas devem buscar o conforto, o lazer, a segurança e os acessos a escola, trabalho e serviços básicos, como padaria, açougue e farmácia. Tudo isso contribui para aumentar a qualidade de vida."
A primeira providência a ser tomada é fazer as contas e descobrir o quanto se pode pagar pelo imóvel, segundo a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste). Sem esse cuidado, o sonho da casa própria pode tornar-se um pesadelo. Em caso de financiamento, se o mutuário não conseguir pagar as prestações mensais, o bem pode ser tomado pelo banco credor.
Quanto à localização, além de pesar o gosto pessoal na definição do bairro e sua adequação às necessidades do futuro morador, é preciso observar as características do imóvel (como o número de cômodos, metragem do quintal quando houver e, se for apartamento, área de lazer). O ideal, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), é visitar o imóvel em diferentes horários, para comprovar as condições do edifício e saber se é bem iluminado, por exemplo.
A claridade ainda possibilita ver melhor se o imóvel está em boas condições estruturais ou se precisa de reformas - o que encareceria mais o custo. "A visita também serve para conhecer o comportamento da vizinhança", alerta a advogada do Idec, Maíra Feltrin.
Além desses aspectos, outro órgão de defesa do consumidor, o Procon, recomenda que as pessoas verifiquem documentos importantes, como o último carnê pago do Imposto Predial Territorial Urbano IPTU, para certificar-se de que não há dívidas.
O Procon aconselha também verificar se o imóvel está corretamente registrado no nome do verdadeiro proprietário, para evitar problemas na transferência da escritura.
Para o advogado especialista em defesa do consumidor e consultor do JT, Josué Rios, outro ponto fundamental é verificar se há moradores na casa ou apartamento. "Se o imóvel estiver ocupado, comprove, com segurança, qual é a natureza da ocupação, para saber se o caso é de locação, comodato (tipo de empréstimo) ou posse indevida", afirma o advogado no livro Guia dos Seus Direitos. Fonte: Jornal da Tarde

Como não errar na escolha do imóvel?
A compra de um imóvel novo deve ser feita sempre com muita cautela. O consumidor precisa, antes de mais nada, tomar algumas precauções para não se arrepender depois. Uma delas é verificar a localização do imóvel com relação a aspectos que possam coloca-lo em risco ou desvalorizá-lo em pouco tempo.
Observe a incidência do Sol, a iluminação e a ventilação, por exemplo. Visitar o imóvel em diferentes horários é a maneira ideal de verificar a situação da sua real localização. Certifique-se também se o local possui boa infra-estrutura, ou seja, variedade de serviços, comércios, meios de transporte, hospitais e escolas.
Uma boa dica pra conhecer um pouco mais sobre as proximidades é conversar com os futuros vizinhos. Verifique se tudo que foi prometido em folhetos e prospectos foi ou está sendo cumprido pela construtora, principalmente no que se refere a material, metragem e acabamento.
No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade do material e dos equipamentos utilizados – elevador, azulejos, pisos e metais. Analise a documentação do imóvel e do vendedor e leia o contrato com bastante atenção antes de assina-lo, observando o compromisso de compra e venda.
Na dúvida, solicite esclarecimentos ao vendedor ou procure um advogado especializado. Consulte também o Cadastro de Reclamações Fundamentadas ou o Banco de Dados do Procon para tomar conhecimento da existência de reclamações contra a entidade incorporadora, construtora ou vendedora.
Agora, se a intenção é comprar um imóvel usado, o importante é conferir as condições físicas da propriedade, agendando visitas durante o dia, pois, em alguns imóveis, os problemas de construção, como rachaduras, infiltrações e mofo, podem passar despercebidos em outro horário.
Verifique também a pressão da água abrindo torneiras. Não esqueça de acender as luzes para conferir a existência de algum problema elétrico. Assim como no caso de compra de um imóvel novo, tenha cautela na hora de assinar o contrato. Verifique a documentação do imóvel e do vendedor.
Em relação à aquisição de imóvel na planta, não esqueça de checar o memorial descritivo e ler atentamente todas as informações contidas nele. Localização, material e equipamento utilizados, tais como piso, azulejos e objetos da área de convivência. Certifique-se também de que o que consta nos folhetos e prospectos condiz com a planta apresentada.
Guarde todo o material promocional do empreendimento, pois ele poderá ser útil em algum momento da negociação. Solicite referências comerciais de outras obras realizadas pela construtora. No caso de imobiliária, verifique se ela possui cadastro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI). Caso contrário, não compre.
Se estiver fazendo um financiamento, não assuma compromisso de pagamento com o vendedor antes da aprovação do seu empréstimo, da avaliação do imóvel e da análise da documentação dos vendedores e do imóvel. A compra de terrenos também exige do consumidor paciência para conferir documentos.
Se tiver dúvidas, procure imediatamente um advogado de confiança. Verifique ainda se, na região onde está situada o terreno ou lote, fica perto de bancos, supermercados, hospitais e escolas. Pense na sua comodidade e procure um engenheiro para estudar inclinações (topografia) da área.
Fonte: Diário Catarinense

Quais são as 10 coisas que devo saber antes de contratar um financiamento imobiliário?
Muitas pessoas querem se lançar no desafio de comprar um imóvel, mas o projeto não é simples. Para ajudar quem está planejando contratar um financiamento imobiliário, a Associação Brasileira de Moradores e Mutuários (ABMM) elaborou um guia com dez questões que todo candidato a mutuário deve saber antes de assinar um contrato. Confira:
1- Pegue o menor valor de crédito possível, dando uma entrada grande no imóvel. Quanto menor o valor financiado, melhores condições o mutuário terá: poderá financiar o imóvel num prazo menor (avaliando sua situação econômica) e pagar uma prestação menor, iniciativas que são aconselháveis. Para conseguir dar uma entrada de grande valor, o único jeito é poupar.
2- Comprometa, no máximo, 20% de sua renda com o pagamento das prestações.
3- Compre um imóvel simples, que esteja dentro de suas possibilidades financeiras e de acordo com suas necessidades. Depois que conseguir ser proprietário, pode migrar para um financiamento de um imóvel mais caro.
4- Analise e conheça seu próprio perfil econômico-financeiro (se é gastador, se poupa, etc) antes de pegar um financiamento, para saber se terá condições de pagar as prestações. Hoje, questões como a instabilidade de emprego dificultam mais ainda que se tenha uma previsão a longo prazo da possibilidade de pagamento das prestações.
5- Não engane o banco dizendo que tem renda maior do que realmente tem. Forjar a renda, com a ajuda de familiares e/ou despachantes é uma prática comum, mas não ajuda o mutuário a quitar o imóvel. Pelo contrário, só faz com que ele se engane, acabe pegando um crédito pelo qual não tem condições de pagar e tenha seu imóvel retomado.
6- Solicite uma minuta do contrato que vai assinar e leve a um profissional especializado de sua confiança, para que ele analise o documento e tire todas as suas dúvidas. Depois de assinado o contrato, o mutuário só consegue alterar cláusulas abusivas acionando a Justiça.
7- Após escolher o imóvel, certifique-se de que ele está liberado para venda, com nenhum ônus ou garantindo dívidas do proprietário. Solicite no Cartório de Registro de Imóveis uma certidão negativa de ônus e de propriedade. Faça também um levantamento sobre o imóvel junto à prefeitura, para se certificar de que não há nenhum tributo pendente (IPTU, por exemplo) e nenhuma irregularidade em relação à edificação ou documentação do imóvel.
8- Utilize todo o saldo que você tiver no FGTS como entrada, diminuindo o valor financiado. Além disso, saque seu FGTS a cada dois anos e amortize parte do saldo devedor, para se livrar mais rápido da dívida. Esse prazo é o mínimo permitido por lei.
9- Sempre que tiver dinheiro sobrando, decorrente de férias vencidas, 13º salário ou outros, use-os para amortizar o saldo devedor do financiamento. Não compensa você manter uma poupança, por exemplo, se você receberá TR + 6% ao ano de correção e juros, enquanto estará pagando TR + 8% a 12% ao ano no seu contrato de financiamento.
10- Opte por um plano de correção com índices que acompanhem a evolução de seu salário, normalmente com reajuste anual. O IPC era o índice oficial utilizado na correção da datas-base dos empregados da iniciativa privada, mas desde a implantação do Plano Real em 1994 não existe mais índice oficial. Na verdade, utiliza-se como parâmetro nas livres negociações entre patrões e empregados o INPC e muitas vezes pode até não haver reajuste na data-base já que predomina a livre negociação salarial. Assim, buscar financiamentos atrelados ao IPC ou INPC é a melhor alternativa existente hoje.
Fonte: Associação Brasileira de Moradores e Mutuários

Imóveis usados têm suas vantagens?
Em vez de esperar dois anos, a mudança é imediata. As salas de ginástica, salão de festas e playground já estão equipados. Os vizinhos, instalados há anos, já se sentem em casa o suficiente para mostrar se são barulhentos e inoportunos (ou não).
Essas são algumas vantagens encontradas por quem decide comprar um imóvel usado em vez de pagar por um que ainda será construído. Conforme especialistas, outro argumento bastante atrativo para os compradores que ainda estão em dúvida, é que os usados são, em média, 20% mais baratos do que os novos.
Morar em um bairro com infra-estrutura já implantada é a principal vantagem dos imóveis usados, que, em contrapartida, exigem maiores cuidados na vistoria e na hora de escolher.
“Quando compram um apartamento com até 10 anos de uso, as pessoas entram num prédio sem ter de se preocupar em dividir a compra dos equipamentos para a sauna e a sala de ginástica”, explica a diretora da Pacheco Imóveis, Sueli Pacheco.
Por outro lado, se comprar um imóvel novo, e com a garantia da construtora, já é uma tarefa que demanda tempo e paciência, escolher um imóvel usado é ainda mais complicado.
A primeira tarefa do consumidor é descobrir se o preço pedido pelo proprietário é justo. “O mercado imobiliário se baseia muito na oferta e procura. Uma região muito cobiçada com poucos imóveis disponíveis faz com que o preço suba. O único jeito é pesquisar e comparar os preços praticados na região em imóveis parecidos, para saber se o negócio é bom” explica Sueli.
Tanto para os compradores quanto para os vendedores, a ajuda de um corretor bem informado e atualizado com os preços da região em que atua faz com que o negócio seja fechado mais rapidamente. “O corretor assume toda a responsabilidade pelas informações prestadas ao vendedor e responde por isso. A legislação se modernizou e está mais exigente”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP).
Antes de fechar a compra de um imóvel usado é preciso conferir, com detalhes, todos os problemas que a residência pode apresentar. Umidade em paredes denotam vazamentos e problemas na rede elétrica podem ser checados testando lâmpadas e aparelhos eletrônicos ligados simultaneamente. E, como não há venda sem pechincha, vale pedir um desconto por conta da reforma que terá de ser feita.
“Os corretores devem perguntar aos proprietários os defeitos que o imóvel apresenta. Isso não pode ser escondido do comprador, e o próprio vendedor deve entender que o valor vai sofrer queda por conta desse problema” ressalta Paulo Vieira, gerente da imobiliária Linus.
Uma das alternativas para se chegar a um preço compatível com o mercado é conhecer os problemas antes mesmo de avaliar o imóvel. “Nós temos um questionário que é respondido pelos proprietários. Mas sempre vale enfeitar um pouco, pintar a parede. Uma casa com cupim, por exemplo, não precisa ter pó no chão, mas o comprador tem de ser informado que terá de trocar o telhado” destaca Sueli.
Fonte: Diário Catarinense

Quais são as etapas para quitar um imóvel?
Tornar-se proprietário em definitivo de um imóvel é o sonho de todo mutuário. Mas antes que isso aconteça, duas fases precisam ser superadas. A primeira delas é a aprovação do financiamento para a compra do imóvel.
Nela, há toda a parte burocrática, como a escolha do imóvel, do tipo de planta (casa ou apartamento), preços e localização, além de entrevistas e entregas de documentos para avaliação de crédito.
Depois disso, vem a segunda parte, mais direta e, muitas vezes, mais difícil: o pagamento das parcelas. Esta processo quase sempre é demorado, pode durar até 20 anos.
São momentos de responsabilidade e apreensão para qualquer família. Algumas vezes, é possível dar um grande passo para concretizar o sonho antecipando o pagamento de forma parcial ou total da dívida, antes do tempo contratado.
Mas esta atitude vale a pena? Para a Associação Brasileira de Moradores e Mutuários (ABMM), quem não espera vantagens extraordinárias pode fazer um bom negócio. Não há abatimento no saldo devedor.
Os juros são abatidos somente das prestações, não do saldo em si. Quem paga antes não debita nada dos juros já pagos do saldo. Pode baixar os juros futuros.
Quando se fala em saldo devedor para quitar financiamentos, é preciso considerar seu valor atualizado mês a mês, sem juros futuros.
Ou seja, a vantagem de quitar ou não o financiamento depende da avaliação individual de cada mutuário.
Quem tem dinheiro na mão pode comprar as taxas de juros do financiamento com aplicações do mercado financeiro.
Muitas vezes, os juros de uma aplicação rendem mais que os contratuais. Sendo assim, é mais vantagem aplicar. O mutuário fica com dinheiro na mão e ainda ganha um rendimento extra com isso.
Contudo, o fator psicológico, a tranqüilidade de quitar uma dívida de um bem tão sonhado, conta muito ainda. Ter o imóvel nas mãos é importante para as pessoas, pois objetiva algo que é concreto e fica de posse do proprietário.
Além disso, é um patrimônio que pode servir numa futura negociação para adquirir um outro imóvel. Quitando sua dívida com o financiamento do imóvel, o mutuário pode contar também com os recursos atualizados do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Mais uma ajuda importante nesta hora.
Fonte: Diário Catarinense



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